Domingo, 19.04.09


Bella Luna às 06:47 | |

Terça-feira, 13.01.09


Bella Luna às 00:16 | |

Quinta-feira, 01.05.08

strike outsourcing accor hotels
Enviado por Ganesangra


Bella Luna às 10:12 | |

Domingo, 27.04.08


Bella Luna às 17:38 | |

Quinta-feira, 27.03.08

 

A Hotelaria Accor Brasil S/A, através da subcontratação de restaurantes em seus hotéis Mercure Apartments, descobriu uma maneira muito eficiente de sonegar impostos, transferindo a sonegação de impostos aos subcontratados, que mesmo considerados arrendatários, quando interessa a Accor, não declaram nem mesmo os 10% do faturamento bruto, cobrado pela administradora a titulo de aluguel, mas considerado pela Accor, em seus recibos, como  comissão de 10%, para a Hotelaria Accor  e para as Sociedades por Cotas de Participação. Além disto instruem os subcontratados a não declarar ao governo o faturamento bruto, pois inviabilizaria o restaurante.
Esperamos que a Receita Federal tome conhecimento destes mecanismos danosos para toda a sociedade e passe a fiscalizar não só este tipo de sociedades, mas também os subcontratados que gravitam a sua volta, muitos levados a sonegação, a falência, e ao não pagamento de salários, de tributos e direitos trabalhistas, garantindo a impunidade destas corporações inescrupulosas, e transferindo as dividas para pequenas empresas que fecham e desaparecem com suas dividas.


Ganes Restaurante



Bella Luna às 21:38 | |

Terça-feira, 30.10.07
Subject: Repetição do filme... Gestão
To: soc.culture.brazil

Carta Capital GESTÃO

Crônica de Thomas Wood

Cuidado: Trabalho!

Para quem se admira com a leviandade do mundo corporativo, acompanhar
a dança das ondas gerenciais é diversão garantida. Alguém ainda se
lembra da Teoria Z? Ou dos Círculos de Controle de Qualidade? Ou do
Gerenciamento por Objetivos? São modas que vieram e foram sem deixar
marcas, embora alguns missionários errantes continuem suas pregações.
No entanto, ao menos uma dessas panacéias parece ter fincado raízes:
a terceirização. A onda começou lentamente; com o tempo, caiu no gosto
popular; então, como ocorre com freqüência, vieram os livros, os
seminários e as consultorias.
Faça uma chamada para o plano de saúde e atenderá um call center
terceirizado. O telefone ficou mudo? Reclame e receberá a visita de um
terceirizado. O carro quebrou? Acione o seguro e logo virá o socorro
mecânico, terceirizado. Os custos de produção estão demasiado altos?
Terceirize para a Ásia. Necessita de serviços de tecnologia da
informação ou uma operação de catarata? Pense na Índia.

Até onde a vista alcança, existe um mar de terceiros. No Iraque, o
Exército americano é uma ilha letal, cercada de terceiros por todos os
lados. Até os interrogatórios mais, digamos, "rudes" são agora
terceirizados.
O que explica a longevidade da terceirização? O discurso oficial é
pomposo: as empresas devem se concentrar em suas "competências
centrais" e alocar a terceiros as atividades não essenciais. Por
detrás da retórica, a realidade lhe faz eco distorcido.

A terceirização é parte da inexorável flexibilização das condições de
trabalho. Muitas organizações usam extensos contingentes de
mão-de-obra terceirizada para fugir dos impostos e do excessivo rigor
da legislação trabalhista. Em casos variados, é questão de
sobrevivência.
Entretanto, o fenômeno tem outra faceta. Entre os povos de Pindorama,
a popularidade da terceirização está também ligada a uma tradicional
moléstia: a "laborfobia", ou medo mórbido do trabalho. Em muitas
corporações tupiniquins, incluídas algumas multinacionais de raízes
calvinistas, pouco trabalho útil realizam os funcionários.

Eles passam os dias a flanar por reuniões insossas, digressões
erráticas e treinamentos desconexos, ou, então, cruzando passos
apressados por saguões de aeroportos e de hotéis. Vivem solenes, a
reinar sobre um exército disforme e mutante de terceirizados. No lugar
de trabalho, dedicam-se com avidez a atividades de grande status e
duvidoso valor: "formulam visões, criam macrodiretrizes e estabelecem
parâmetros". Ou seja, nada. Eles evitam o trabalho real com tal
intensidade, que terminam por desenvolver sofisticadas habilidades
políticas que lhes garantem prestígio e poder.

Como surge um laborfóbico tupiniquim? Experts consultados por esta
coluna propuseram explicações preguiçosas sobre o fenômeno, o que leva
a crer que eles também sofrem da moléstia. Alguns verteram
maledicências contra o clima tropical e a herança da escravidão, uma
forma arcaica de terceirização. Especulações pseudocientíficas levam a
crer que a laborfobia tem origens na primeira infância, quando o
fedelho, futuro executivo (sic), é terceirizado pelos pais a babás e
choferes.

Nos anos subseqüentes, o estafermo aperfeiçoará suas técnicas para
evitar tipos variados de labuta. Ao entrar em uma universidade
tupiniquim, o inútil encontrará preciosos nutrientes. Ali, diante de
mestres e doutores que dedicaram a vida ao ócio, será introduzido ao
discurso de autoridade e aprenderá sofisticadas técnicas de
gerenciamento da impressão.

Nos momentos mais difíceis, terceirizará seus trabalhos escolares.
Findo o ócio estudantil, será adotado por uma corporação, por sua
"capacidade de fazer amigos e influenciar pessoas". Ali, sua ascensão
poderá ser acelerada por um MBA, eventualmente cursado em uma escola
tercerizada.

Haverá futuro para os canastrões? Se nenhuma catástrofe tirar dos
trilhos, o futuro lhes sorrirá. Crise de fato somente diante do
trabalho real. Nessas ocasiões, o coração poderá fraquejar, a pressão
cair e o rosto empalidecer. Se a aflição for crônica, recorrerá a um
Drucker ou dois Shinyashikis.
Mas, com o tempo e a experiência, o laborfóbico aprenderá a contornar
as adversidades. Para defender-se, posará de workaholic e programará
uma maratona de reuniões. De tanto atuar, talvez termine por crer que
de fato trabalha.




Bella Luna às 06:14 | |

Segunda-feira, 01.10.07

Além do Emprego

Trechos da palestra proferida em 03 de Dezembro de 2002 pelo Fundador e Presidente do Grupo Accor no Brasil e Diretor-geral da Accor América Latina, Firmin António, aos profissionais da imprensa da VI Turma do Master de Jornalismo para Editores.

“Temos atividades espalhadas por todo o País, em cerca de 4.000 Municípios deste vasto território...

Empregamos pessoas de todos os estratos sociais, de todas as profissões, de escolaridade diversa, do básico ao MBA. Nós temos muito orgulho dos empregos que geramos: 26.700 empregos precisamente, em 26 anos de atividade neste País. Uma média de 2.000 novos empregos por ano, nos últimos 5 anos.

Temos uma Universidade Corporativa há 10 anos, a Academia Universidade de Serviços, que forma pessoas para o trabalho e para a vida e que, em 2002, está ensinando cerca de 19.000 colaboradores através de seus programas, tanto técnico, quanto de cultura empresarial.

São pessoas com a "cara do Brasil", na sua maioria simples, mas com uma enorme vontade e prazer de SERVIR. Algo que não se vê em muitos outros lugares do planeta. Este é um Capital, um ativo, uma força que o Brasil tem, natural, disponível, à espera de quem o souber valorizar, de quem lhe dê trabalho e desafios. Provavelmente, o único Capital com garantia de retorno permanente. Gente positiva, que quer participar e ser Incluída neste País de Exclusão, perigosamente EXCLUDENTE, diria...

Estou querendo dizer-lhes que, como Empresário e como Indivíduo, considero que o exercício da Responsabilidade Social está no DNA das Empresas, além de implícito na sua Constituição formal, de acordo com a Lei. Senão, por que o principal documento de constituição de uma empresa se chamaria CONTRATO SOCIAL? Senão, por que o 1º artigo desse contrato se chamaria OBJETO SOCIAL?

 

OK, as realidades na prática são muitas vezes diferentes. Fruto talvez da Economia Global, dos blocos econômicos em pé de guerra, do imediatismo das Bolsas de Valores, do vale-tudo da manipulação dos Balanços, dos lucros exorbitantes do sistema financeiro, etc., etc.

Tantas agressões à finalidade empresarial original, que levam ao terrível desespero de quem perde ou de quem não encontra emprego. Ou pior, de quem vive o emprego como um lugar de frustrações, em vez de esperança e de progresso pessoal e social como deveria ser. Como o mundo mudou e evoluiu, se sofisticou tecnologicamente, de um lado, mas como também virou humanamente indigesto, duro e implacável, por outro lado. Esta é uma ERA de Criatividade e Inovação extraordinárias. Mas, também, uma ERA de Imediatismo e de Exclusão que faz medo.

Mas o Homem, e os Empresários em primeiro lugar, descobrirão que a fórmula do progresso nesta sociedade do conhecimento está na Inteligência e no valor do Trabalho. Portanto, nada mais lógico que o despertar das Empresas para o patrimônio humano e o conseqüente revigoramento da responsabilidade social, de par com a criação de riquezas.

Eu sei que muitas empresas apoiam projetos sociais belíssimos. Nós mesmos, na Accor, participamos de alguns. No entanto, sabemos que há ainda muito por fazer. Mas, particularmente, tenho a convicção de que é na própria empresa que se consolida a causa social. A empresa deve ser uma célula de inclusão.

Penso que a empresa não representa apenas emprego e salário. Nela, as pessoas acalentam sonhos, porque ambicionam ser bem sucedidas. Nela, as pessoas projetam o seu futuro e se põem a enfrentar desafios e assumir responsabilidades. Cabe à empresa consciente do seu papel social motivar e reconhecer os seus colaboradores. E essas ações, aparentemente muito simples, operam milagres.

Eu diria que é na empresa que o excluído social do século 21 tem a oportunidade única de aprender a importância do relacionamento interpessoal. Mas, aprende também noções práticas de coisas que, se para nós parecem óbvias, são profundamente significativas e modificadoras para os menos favorecidos: noções de higiene, de nutrição, de boa aparência, e de cidadania, por exemplo.

E o ambiente da empresa, no qual o indivíduo passa a maior parte do seu dia, também se permite ser fonte de lazer, de cultura, de troca de informação, de equilíbrio entre trabalho e vida.

Assim, além do emprego, a empresa pode contribuir para uma melhor compreensão da vida, maior aproveitamento do conhecimento e ainda ser veículo dessas transformações profundas, ao partilhá-las com a família e a sociedade.

Se um dia me aposentar, ou se um dia me aposentarem, eu vou querer ser formado em Jornalismo, para escrever sobre a relevância do papel das Empresas na Sociedade Moderna.

Mas, também, sobre suas carências, miopias, excessos, desperdícios, falhas e desvios à sua missão, desvirtuamento da sua finalidade como células da economia e da sociedade, por se esquecerem do seu OBJETO SOCIAL. Porque seus "líderes", em algum momento, se esqueceram que a empresa só é ÚTIL e DURARÁ, se equilibrar a sua Responsabilidade Econômica (lucro) c/a sua Responsabilidade Social (a Integração).
Entretanto, e qualquer que seja a VISÃO POLÍTICA, ou a eficiência da PRESSÃO DA SOCIEDADE por MUDANÇAS PROFUNDAS JÁ, faço um apelo à moda dos ecologistas: "SALVEM AS EMPRESAS..."

Só elas, em qualquer cenário, garantirão o tal desejado CRESCIMENTO. Só elas criarão os empregos dos quais vivemos. Só elas pagarão os Impostos crescentes necessários à sobrevivência dos sistemas de Saúde, Educação, Aposentadoria etc.... Por isso, acredito que, de todas as reformas e, nomeadamente aquelas que reduzam a médio prazo: o tamanho do Estado e de seu custo; a carga fiscal sobre a produção; o custo do dinheiro etc., a Reforma que a Curto Prazo seria mais simbólica para mim seria a da Legislação Trabalhista, arcaica entre as arcaicas...”

por Firmin António

http://www.accor.com.br/Noticia/?key=29673



Bella Luna às 04:40 | | | (1)

Quarta-feira, 18.07.07

Crise na implantação e subcontratação da área de alimentos e bebidas do Hotel Mercure Porto Bali Angra dos Reis, em função da baixa ocupação e dos  prejuízos acumulados desde novembro de 2006  e impasse nas negociações entre condomínio, pool hoteleiro, Accor Hotelaria e Restaurante Ganes, deixa mais um saldo negativo: 29 trabalhadores que não receberam salários e rescisões trabalhista, além de dívidas com empréstimos e fornecedores.

Desde junho deste ano, as negociações giram em torno das responsabilidades dos envolvidos no passivo acumulado, tendo em vista que a empresa subcontratada foi criada especialmente para desenvolver uma parceria nas atividades de alimentos e bebidas do empreendimento hoteleiro. Em virtude dessa crise, o condomínio assumiu temporariamente o  restaurante e comprometeu-se em intermediar a venda e transferência  da empresa Ganes. Em sua última proposta o condomínio, pool hoteleiro e Accor Hotelaria, ofereceram para comprar a empresa apenas o pagamento das dívidas trabalhistas, imputando a pequena empresa, já descapitalizada o restante dos prejuízos, impagáveis neste momento pela mesma, visto que se encontra alijada até mesmo de suas fontes de receita, o que fatalmente poderá leva-lá a falência.



Ganes Serviço de Alimentação Ltda-ME




Bella Luna às 04:10 | | | (1)

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